A confissão de culpa de um menor, pelo crime praticado na Bolívia, não serve para absolver os torcedores que estão presos. Nem para afastar a responsabilidade do Corinthians. Sugere um arranjo, que se ampara na impunidade criada pelo Estatuto da Criança e do Adolescente, uma das heranças malditas de Collor. A confissão do menor em uma Vara de Familia de São Paulo não gera nenhum efeito jurídico perante a Justiça da Bolívia, que é a única competente para julgar o crime.

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O que não pode é o Estado brasileiro praticar ações políticas, em razão da ligação do PT com Evo Morales, presidente boliviano. Ao contrário, o governo brasileiro deveria incentivar um julgamento regular dos torcedores pela Justiça boliviana para servir de exemplo para o nosso País.

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Entre as promessas de campanha que Mário Celso Petraglia fez, destacam-se três: a formação de um time de Série A, a partir de 2012, a entrega da Baixada em março de 2013 e a retirada das cadeiras do local ocupado pelas torcidas organizadas, depois da Copa do Mundo.

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Duas não foram cumpridas. As águas de março já estão chegando, e até agora o Atlético não tem um time capaz de disputar a Copa do Brasil e o Brasileiro. O time é o mesmo que subiu para a Primeira Divisão na última rodada, e no critério do desempate. Sua única contratação não passa do razoável, que é Everton.

A Baixada seria entregue em março, depois em julho, agora se vai usar o prazo da Fifa, que é dezembro de 2013. E, pelo andar das obras, a entrega será apenas simbólica, postergando os arremates para 2014.

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Se Petraglia continuar descumprindo as promessas, fará um bem para o Atlético ao não cumprir o acerto com as organizadas. É a hipótese onde que o descumprimento não pode ser criticado.