A derrota do Atlético para o Fluminense (2 a 1) era absolutamente previsível. Estava dentro de um comando lógico, em que ganha o melhor. Por isso e por ser esperada por essa razão, a derrota não foi o mais grave. Não se iluda, outras virão.

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Se a derrota era previsível, o jogo em si dispensa qualquer análise. Não se deve perder tempo escrevendo sobre um resultado decorrente de uma diferença brutal de qualidade individual.

As circunstâncias é que foram graves. Uma gravíssima: o Atlético não fez absolutamente nada para tornar a derrota uma mera conseqüência de um jogo. É, que o time desta derrota, é o mesmo que foi eliminado do Estadual pela Adap, time de terceira divisão, e é o mesmo, que foi excluído da Copa do Brasil pelo Volta Redonda, time de nenhuma divisão.

Ao gravíssimo, juntou-se o temerário, que bate na irresponsabilidade. O time que é ruim tecnicamente está sem alma. Seja por problema interno, seja por deficiência física, mas com certeza, porque tem um técnico que simplesmente assiste ao jogo, e é tão passivo, que às vezes parece ser alcançado por um estado de depressão. Givanildo parece ser um passarinho triste vindo do agreste pernambucano.

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Oferecer teorias para buscar razões para mais esta derrota na Arena é enganar o leitor. A maior prova da deficiência deste time atleticano, é o esvaziamento do efeito Arena. Agora, pouco importa a coreografia, pouco importam os gritos de apoio e as cantorias. Nada é capaz de fazer jogar Danilo, Moreno, Fabrício, William, Alan Bahia e companhia.

Desta vez, o recado não foi anônimo.

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Foi carimbado, assinado e com firma reconhecida.

O balanço do Atlético pode ser correto na teoria. Mas na prática, tratando-se de um time de futebol está desequilibrado. Não existe nenhuma prestação de contas mais séria do que um time, que pelo menos não se torne trânsito de mentira em forma de ilusão.

Começo

A derrota do Paraná em Caxias (1 a 0) foi absolutamente normal. Não pode exigir mais do que tem porque o titulo paranaense não é ponto de referência. Foi o pior campeonato estadual do futebol brasileiro.

Tampouco pode se ter como referência para o futuro, a vitória do Coritiba em Belém sobre o Remo (2 a 1). Jogou em um chiqueiro e contra um adversário medíocre. De bom neste começo, o meia Fábio Pinto. Lembra o ponta de lança da antiga.

Só que na Segunda Divisão não existe tese ou testes.

No barro ou em qualquer lugar é preciso vencer.

E, aí, os coxas começaram bem.