É no mínimo motivo de ironia o fato de Mário Celso Petraglia querer associar Ênio Fornéa Júnior e Diogo Braz ao presidente Marcos Malucelli. E, a partir dessa associação, dizer ser candidato da oposição.

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Ironia, por Petraglia desprezar a origem de tudo: não querendo ser presidente em 2009 (era o candidato) e rejeitando qualquer cargo administrativo, foi quem indicou todos os que compuseram a administração de Malucelli.

Se os seus interesses nos negócios do Atlético relativos a Copa do Mundo, renovação de contrato de TV e mercado de jogadores – ou como ele próprio afirma “promessas de campanha” – fossem atendidas, Petraglia hoje seria situação, mesmo com o time correndo o risco de rebaixamento. Petraglia, portanto, seria um dos que ele identifica como “talibãs”.

Cobrança

A renovação do contrato de Marcelo Oliveira já havia sido decidida há tempo por Vilson Ribeiro de Andrade e Ernesto Pedroso. O que surpreende é certa decepção por parte da torcida. Atribui a ele, por falta de ousadia, a perda do título da Copa do Brasil – pelo mau primeiro tempo do jogo de volta, no Couto Pereira, contra o Vasco – e a irregularidade no Brasileiro.

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Não há muita lógica nestes motivos para essa rejeição. Marcelo Oliveira foi contratado para ganhar o Estadual (e ganhou) e montar a estrutura para 2012. Embora tenha essa proteção de comando, o treinador tem que se preparar para cobranças que não ocorreram em 2011. Inclusive, da própria diretoria.