Surpresas

Dunga já mostrou para que veio: Morais, um metro e meio, do Vasco é a novidade ?brasileira? de sua convocação. Existem outras como Jônatas do Flamengo e Marcelo do Fluminense. Pode ser coincidência, mas a convocação dos três jogadores é contemporânea ao fato de que Flamengo, Fluminense e Vasco estão vivendo de doações e empréstimos de banco. Nenhum dos três terá futuro na Seleção Brasileira.

Fosse Luxemburgo, o autor dessa façanha, alguém já estaria investigando o verdadeiro alcance dessas convocações. E já iriam concluir que Luxa misturava funções e interesses. Mas sobre Dunga nada pesa, e se tem algum interesse em relação ao mercado de jogador é absolutamente discreto. Ao contrário de Parreira e Zagallo, cujo comprometimento já não se podia disfarçar.

Mas, por mais que o profissional seja sério, e é o caso de Dunga, direta ou indiretamente acaba sendo remetido para o atendimento de interesses. É o sistema que faz o profissional perder um pouco a pureza e o ideal.

Pressão

Entre os cinco melhores goleiros do futebol brasileiro, está o jovem Cléber do Atlético. Faz bem para os olhos e para a alma de torcedor vê-lo jogar. No entanto, como no Atlético existem alguns jogadores com padrinhos, começa a ser exercida pressão para que o argentino Montaya jogue. Quem indicou o velho goleiro foi Borba Filho.

Vadão já mandou dizer que Cléber é o titular. Mas é o tipo de treinador que se submete a pressão. E não é capaz de perder o emprego. Desde que sejam superiores, atende ordens. Não existe nenhum motivo que sugira a escalação de Montaya. Mas, existem todos os motivos, que exigem a permanência do grande Cléber.

De primeira: O empresário Juan Figger esteve em Curitiba e foi à Federação Paranaense de Futebol. Quis saber da possibilidade de arrendar o Pinheirão para transformá-lo em um centro de treinamentos. *** Paulo Miranda conquistou os coxas. Quando se é carente de alguma coisa, basta algo para satisfazer.

Siga a Tribuna no Google, e acompanhe as últimas notícias do estado do Paraná!
Seguir no Google