Aos fatos:

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1) O contrato de Dagoberto com o Atlético está prorrogado. A partir de 30 de julho de 2007, somam-se mais 250 dias. Mas extraordinariamente transigente, o clube mesmo tendo o benefício da prorrogação pelos valores históricos, aceita compensar Dagoberto;

2) Quando o mercado exterior e o mercado interno estavam abertos não houve uma proposta formal por Dagoberto. O Atlético com bom senso, o que não é comum no atual futebol, não o escalou para não impedi-lo de jogar o Campeonato Nacional por outra associação. Os empresários do jogador mais uma vez fracassaram. Agora que os mercados fecharam, não haverá, até dezembro, a alternativa de saída;

3) Agora que os mercados fecharam, não existe razão, independente da situação judicial, de Dagoberto ficar fora das atividades do time.

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4) A profissão de Dagoberto é a de jogador de futebol. Presume-se, que tem que jogar. Só mesmo se estiver fora do juízo irá bancar esse estado de inatividade, que ele tornou voluntário, e que lhe tira qualquer causa para ter sucesso na Justiça;

5) O Atlético (ou imaginem, qualquer outro clube) não pode desprezar a qualidade de Dagoberto, principalmente neste momento em que o futebol brasileiro está carente de bons jogadores;

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6) Dizem, que Dagoberto não tem mais ambiente perante a torcida. Pura bobagem. Por mais deteriorada que esteja a relação, nada que um bom jogo e um belo gol na Arena não resolvam. Para a arquibancada, o futebol não tem passado.

7) Portanto, todos os motivos que justificavam a pendência desapareceram.

8) Mais do que dinheiro, mais do que o provimento judicial que está prometido para outubro, mais do que vaidade reclama-se bom senso e na proporção igual. Bom senso significa ser transigente, ter espírito de renúncia, e para isso, se preciso, reconhecer os erros. Basta uma conversa entre Petraglia e Dagoberto, sem a presença de terceiros, para se buscar a solução. Se a conversa existir com esse espírito, a solução será dada.