Sinos

Os critérios de Carlos Alberto Parreira para convocar, em tese, não incentivam o sonho de algumas revelações do futebol paranaense, mesmo que a Copa América tenha se tornado um produto descartável para a seleção brasileira.

Por quem os sinos poderiam tocar por essas bandas?

Adriano, lateral-esquerdo do Coritiba, seria boa opção. Mas não anda jogando bem, embora a origem desta fase esteja na indefinição do esquema tático do seu time. Restam dois: Jádson e Fernandinho, do Atlético.

Mas não adianta Jádson ser apenas talentoso. Não existe ninguém de maior talento do que Alex, mas que Parreira e Zagallo, com seus critérios convencionais, tratam-no com um certo desprezo. Por Fernandinho o sino pode tocar.

Na velocidade sabe ser técnico; combate, arma e chuta com equilíbrio, mesmo ainda sendo um sub-20. Reúne tudo o que se exige para fazer carreira na seleção brasileira.

Risco

O ambiente no Coritiba não parece apenas tenso. Está tenso. Nada mais natural para um time que não ganha há 45 dias e vem jogando mal.

Mas um fracasso diante do São Caetano no Couto Pereira pode incentivar rumores. Nem mesmo o presidente Giovani Gionédis poderá manter-se tão intransigente em relação às mudanças, inclusive na comissão técnica. A imprensa coxa anda nervosa.

Depois de uma temporada em retiro, não superando problemas táticos, físicos e de relacionamento, nenhum time é capaz de evitar crise.

De primeira: Na tradicional Igreja do Rosário, às 18h30, a missa de sétimo dia do querido Munir Calluf. Não existe solidariedade mais forte tendo ela a nossa fé em Deus. *** A Fazenda Nacional penhorou as cadeiras do Pinheirão para receber crédito da Federação Paranaense de Futebol. É descuido ou ingenuidade querer receber crédito através de leilão de cadeiras em estádio de futebol?

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