Mais um dia se passou, sem que o Atlético contratasse o novo técnico.

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Melhor assim.

Há tempo para tudo, inclusive para contratar um técnico.

Foi por ter pressa que contratou Sérgio Soares, depois continuou se enganando com ele, mantendo-o, provocando gravíssimos prejuízos nesse inicio de temporada.

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O treinador que vem será o que vai comandar o Atlético na Copa do Brasil, tentar salvar o Estadual e estruturá-lo para o Brasileiro. Um técnico com essa responsabilidade não pode ser um técnico qualquer. Além de ser capaz tem que ser sério, para não permitir os equívocos que a diretoria de futebol vem cometendo na contratação de jogadores. Sérgio Soares foi embora, mas deixou Pimentel, Alê, Flavio, Wescley, Gabriel e Henan.

Falcão era uma hipótese para ser o coordenador de futebol na época de Carpegiani. Chegou a trocar ideias com o presidente Malucelli. Como técnico seria até uma boa proposta, desde que trouxesse junto o seu guia técnico e tático, Otacílio Gonçalves.

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Hélio dos Anjos foi para o Sport. Está descartado, felizmente. Wagner Mancini está riscado por ter um comportamento esquisito. Do varejo, resta Silas.

O que o Atlético não pode é jogar com o direito do tempo, e depois aparecer com Geninho, Vadão, Andrade, Bonamigo ou outras opções improvisadas.

Aliás, se os dirigentes não têm orgulho, o nome do novo técnico tinha que passar pelo crivo do professor Luiz Carlos Neves.

Corrente

Paulão que não gosta de Cavalo, que gosta de Romani, que não gosta de Paulão. E, o Paraná, só para anunciar que ainda vive, entra em crise pública.

Já admirava Roberto Cavalo.Muito mais agora. Mostrou que o técnico não deve se limitar a treinar e comandar um time. É preciso ser leal ao clube que o tem por contrato.

Ao denunciar publicamente as intenções da direção de futebol, fez um bem para o Paraná. Talvez tenha encontrado a solução que nem venha a ser aproveitada por ele, mas por um futuro sucessor.

O que não está muito claro nessa situação do clube é a atuação de Renato Trombini. O grande paranista estaria impondo a escalação em massa de juniores da BASE.

O presidente Romani teve bom senso de prestigiar Roberto Cavalo.