A tradicional escolha dos melhores do ano já tem uma unanimidade: Marcelo Oliveira, treinador do Coritiba. E não é pelo critério da exclusão, que é comum em um futebol pouco competitivo nacionalmente como é o do Paraná. É pelo critério mais nobre, o do melhor, que exige escolher o destaque sem precisar fazer comparações.

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Mas Oliveira ainda não pode ser considerado o técnico do ano. É que faltam 40 dias para o fim da temporada, e pode ocorrer um fato extraordinário: o Atlético não ser rebaixado para a segunda divisão. Antônio Lopes, então, será o treinador do ano, porque um milagre faz um santo, que é mais importante do que o melhor.

Lopes não será apenas um santo. Nas atuais circunstâncias, passará a ser na história do Atlético mais importante que Geninho, campeão de 2001.

Dúvida

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Convidado para fazer uma palestra sobre administração e gerenciamento de projetos, no museu Oscar Niemeyer, patrocinado pela Universidade Federal do Paraná, o secretário da Copa, Mário Celso Cunha, falou, entre outros temas, sobre a construção da Arena da Baixada.

Em uma das passagens pretendeu demonstrar que o projeto pode se tornar inviável por um motivo: falta de garantias. Não se discute razões.

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Mas como o fato foi tornado público, o secretário terá que explicar o que significa “falta de garantias” e quem é o responsável por essas “garantias”. Só assim a sua palestra ficará esclarecida.