Outra vez é Atletiba. Esquento a cabeça para lembrar da última vez que o Atlético foi favorito. Queimo-a e não me lembro. E não será desta vez, pois no futebol do Furacão não acontece coisa nenhuma.E nem a derrota fará acontecer, tamanha é a inércia que tirou a alma do clube.
Só há uma esperança para o Furacão: o Coritiba jogar o que pode, e sabe. É que o que está jogando, e que lhe mantém invicto, não se concilia com as deficiências do time. É incompreensível essa sua invencibilidade. Se não é razoável jogar um Atletiba improvisando um técnico para dirigir Luiz Alberto, Botelho, Bruno Silva, Léo, Felipe e Éderson, ainda é preciso encontrar razões para que um time com Chico, Júnior Urso, Diogo, Gil e Ferraz ainda esteja invicto no Brasileiro.
Atletiba cansativo pode ser esse.
Desafio
Todos os dias, ouço no rádio que o Paraná está jogando um futebol moderno, bonito e descontraído. No entanto, procuro na classificação e não o encontro entre os concorrentes para voltar à Primeira Divisão. Não há uma contradição entre o que se fala e os números do campo? Mais do que ser moderno, jogar bonito e descontraído, o time de Dado Cavalcanti precisa é de uma grande vitória. No futebol não se vive de ilusão. Vive-se de números.
Contra o Avaí, em Florianópolis, o Paraná pode conciliar o que falam com o que precisa.
De primeira
– O Palácio Iguaçu mandou um emissário ao BNDES para tratar de Copa do Mundo.
– O prefeito Gustavo Fruet já mandou avisar a quem interessa que não mandará nenhuma mensagem para a Câmara Municipal, a fim de mudar a lei que limita o valor da garantia para a obra da Baixada.
– Há dois processos que estão perturbando os integrantes da Comissão de Ética do Atlético: um investiga a compra de Morro Garcia; outro, a divisão do dinheiro da venda de Kleberson ao Manchester.