O assunto central era a dependência de Alex em tudo o que se faz no Coritiba. Mas o Atlético se atravessou e, como se fosse a roda viva de Chico, empurrou os Coxas prá lá.

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A pergunta é: foi mais relevante a vitória do Atlético B sobre o Nacional (2 x 0) em um jogo oficial, valendo três pontos, ou a derrota (2 x 1) do que se supunha Atlético A para os reservas do Atletico Goianiense, em Goiânia? O Furacão tomou um caminho tão errado, que espreme a coerência e, deformando-a, provoca o inusitado de valorar mais a derrota em um amistoso do que a vitória em um jogo oficial.

Explico: ganhar e ser líder do Estadual são fatos irrelevantes em razão do desprezo com que o clube vem tratando o torneio. Ganhar ou perder não é a questão mais importante para quem não disputa o título. Há coisas negativas que são relevantes. A derrota para o Atlético Goianiense é uma delas, e mais dura do que a da quarta-feira para o Goiás (3 x 1). É que esse jogou com o time titular, enquanto o Goianiense, time de Segunda Divisão, usou os reservas. O mais grave é o conformismo da torcida e dos conselheiros à indiferença aos resultados de campo. Perder ou ganhar são situações iguais, impessoais e irrelevantes, próprias do mundo do tanto faz para o qual o clube se mudou.

Dirão que o culpado é Mário Celso Petraglia. É Petraglia, mas não é só ele. Concorrem a diretoria e os conselheiros. Dirão que Petraglia não ouve ninguém.

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Se for verdade, a culpa dos outros é mais grave. Das duas, uma: ou são covardes ou, sem nenhum orgulho próprio, usam a submissão para alcançar benefícios pessoais. Da dependência do Coritiba, de Alex, eu trato amanhã.