O ano de 2019 já alcançou maio, logo vai ser apanhado pela metade da temporada, e o o Athletico ainda não conseguiu ganhar fora da Baixada. Já tinha perdido no Estadual para o Londrina, time de segunda divisão, para o Toledo, time da quarta. Depois, na Libertadores, para o baixo escalão: o boliviano Jorge Wilstermann e o colombiano Tolima. No Brasileiro, para o ‘pequeno’ Fortaleza. Agora, ontem, em Chapecó, empatou a um gol com a Chapecoense.

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Para mais esse jogo sem vitória, os iludidos se confortam com o discurso oficial: a prioridade é a Libertadores da América e em consequência, joga-se com uma base reserva. Um farrapo de desculpa.

O fato de ter jogado em Chapecó com um time reserva não torna menos grave o novo fracasso. Ao contrário, agrava ainda mais a situação em geral.

Considerando que prioridades são planejadas, esses fracassos são prova de que a diretoria, aproveitando-se do prestígio que deu o título da Sul-Americana, enganou a torcida. Se não enganou, planejou mal. A falta de investimentos no futebol para viver esse calendário nobre, mas difícil, está repercutindo nesses desacertos fora da Baixada.

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O resultado é esse: a ilusão de vida eterna criada no torcedor provocou uma expectativa de vitória, que acaba sendo absorvida pela falta de qualidade técnica quando se busca alternativas para respeitar as prioridades.

Se não bastasse ter como opções Marcelo Cirino (ontem foi pior do que é), Léo Cittadini, Wellington, Braian Romero (coisa horrível), em Chapecó, escancarou-se problema que existia, mas que ninguém queria ver: o goleiro.

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No gol de empate da Chapecoense, Santos voltou a falhar.

Segundona

Do pelotão paranaense da segunda divisão, o Londrina é o destaque. A liderança é resultado de dois bons jogos e porque tem o único grande jogador do torneio: Dagoberto.

Vi o Coritiba jogar em Goiânia.

Já é possível traçar o seu caminho: se Rodrigão continuar resolvendo na frente, o que Wilson continua resolvendo no gol, há grandes esperanças. Por tratar-se de futebol, haverá um momento em que Rodrigão não fará gol ou que Wilson irá falhar. Ou que, ao mesmo tempo, não haverá gol ou milagres na meta. Tratando-se de Coritiba, é muito risco para quem precisa voltar ao Brasileirão.