Indolente, quase preguiçoso. Desorganizado, quase um bando. Fraco, quase medíocre.  Sem alma, quase morto.  Atlético, quase um time.

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Perder para o Fluminense, no Engenhão, por 3 x 1 não é nada demais. Por ser consequência da lógica é até normal.    

E é ai que ganha vida o drama da maior torcida do Paraná: nunca a lógica da derrota do pior time foi sustentada com tanto vigor, nos últimos tempos, como está sendo pelo Atlético neste campeonato. 

Agora, definitivamente, perder é a regra para o Furacão. A vitória, se um dia for conquistada, será um fato extraordinário,  saída do imponderável.

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No começo do jogo, como em todos os jogos, chegou a iludir. Parecia estar equilibrado, quando pela dispersão, se adiantou, tomou uma bola nas costas (de Paulinho, é claro) e Mariano chutou uma bola defensável.  Márcio, o goleiro de Adilson, um notório chamador de gols, falhou.

E depois, mais dois, de Ciro (o mesmo prometido pelo Atlético) com as falhas que Rafael Santos, o qual dispensa comentários em respeito à sua mediocridade, que não é percebida pela falta de visão de quem comanda. 

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Está vindo um novo técnico.

Só falta ser Renato Gaúcho.

Aí não faltará mais nada para ir para a segunda divisão.