Na Baixada, o Atlético ganhou do lanterna Cascavel, 2×0.
Mas jogou tão mal, que a análise centrada no bom senso, afasta o princípio absoluto do futebol, que o importante é vencer.
Vencer como o Atlético venceu, acaba trazendo só prejuízo e nenhum lucro. Acomoda o dirigente, que joga para frente à solução dos problemas.
O mau futebol teve origem no motivo que já dura nove jogos: a falta de capacidade do Geninho, para diminuir a influência negativa causada pela falta de qualidade de jogadores como Gabriel, Dalton, Alê, Robston, e agora Guerron.
Nenhuma jogada consciente. Os gols foram ocasionais: o primeiro, de Lucas, de uma bola parada de Paulo Baier; o segundo, no contra-ataque, quando o Cascavel tinha o domínio do jogo, por Adailton. Embora comuns, foram dissociados no suposto esquema que o técnico tivesse preparado para o jogo.
Dizem que os dirigentes que comandam o futebol hoje irão entregar os cargos. Deveriam para antecipar as mudanças que o Atlético precisa fazer no futebol. A principal delas é mudar o treinador e dispensar mais jogadores, Claiton, Gabriel, Alê e Robston, em especial.
Demissões voluntárias ajudam, principalmente quando as mudanças são urgentes e necessárias.
Vitória
O Coritiba anda sobrando tanto neste campeonato, que não permite mais o seu torcedor, que assiste pela televisão correr o risco de se atrasar para ver o começo do jogo.
Quando vai ver, os Coxas já decidiram a partida.
Foi assim em Iraty: 4×2. Jogou apenas um tempo, e já acomodado chegou a fazer 4×0.
Mas perdeu Marcos Aurélio com distensão muscular.
Como todo o jogo perde alguém por problemas de músculo. E estamos, ainda, em março.