A conta da farra do presidente Petraglia no futebol do Atlético começou a chegar para a sua torcida pagar. O que deveria ser um jogo amistoso, no Serra Dourada, contra o Goiás, se tornou a prova definitiva da indiferença com o principal setor do clube. Bastou um time apenas razoável de Primeira Divisão como adversário e em 45 minutos foi escancarada a farsa do projeto. Todas as limitações técnicas e táticas escondidas pelo marketing do futurismo ficaram ostensivas.

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Mais grave: a maioria dessas limitações já se conhecia, só que a reclusão proposital fez a torcida esquecê-las. A derrota em Goiânia fez a torcida lembrar que esse time é o mesmo que penou para voltar à Primeira Divisão. No seu primeiro jogo contra um time sério, o Atlético foi submisso pela falta de qualidade individual. Goiás 3 x 1.

A torcida que se prepare que a conta que terá que pagar não sairá barata. Não será pouco o sofrimento de ver o Atlético jogar como um time de terceira categoria, em campo estranho e onde o ambiente tende a ser do adversário. O preço final pode ir além do sofrimento natural de cada jogo. Pode ser uma nova passagem pela Segunda Divisão.

Resposta

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Prezado jornalista Augusto Mafuz. Em relação à nota publicada em sua coluna no dia 12 de março, temos a esclarecer o seguinte: ao contrário do que o texto relata, em nenhum momento da entrevista concedida à ÓTV, no dia 6 de março, o secretário municipal da Copa do Mundo, Reginaldo Cordeiro, cita valores ou menciona o nome da empresa responsável pela construção das estruturas que irão sustentar a cobertura do estádio Arena da Baixada. O secretario declarou apenas que as estruturas principais estão sendo fabricadas paralelamente às obras do estádio e que, quando elas forem instaladas, darão agilidade aos trabalhos. Disse também que pretende fazer uma visita ao barracão da empresa para verificar o andamento da construção destas estruturas.

Atenciosamente,

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Secretaria de Comunicação Social da Prefeitura de Curitiba