Uma vitória no final sobre o Juventude; depois um empate quase no final contra o Cruzeiro em Belo Horizonte. Não precisou mais do que isso para transformar Givanildo no treinador acima de qualquer suspeita.

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Deus é testemunha o quanto torço por Givanildo, como torço para qualquer técnico que dirija o Atlético. Não sou intransigente com fatos só para sustentar posições em razão da vaidade de preservar uma opinião. Quantas vezes mudei de rumo, sem que tivesse me constrangido, sem medo de uma aparente incoerência. Quantas vezes me submeti à outra verdade que desconhecia. E no futebol, só quem é vaidoso, orgulhoso ou burro não transige, porque a verdade é inevitavelmente contemporânea ao resultado do campo, às vezes, ao resultado do dia. Mas seria confortável demais para o crítico adotar posições vinculadas aos resultados.

É o ?engenheiro de obra-pronta?, como acusa Petraglia: espera-se o fato para depois criticar, elogiar e buscar o responsável.

As circunstâncias e condições em que o Atlético ganhou quatro pontos contra Juventude e Cruzeiro, não podem ser um estímulo racional para se criar um juízo de convencimento de que Givanildo é o Rinus Michels em versão nordestina.

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Invoco Deus outra vez. Quero estar definitivamente errado a partir do jogo com o Palmeiras.

Fiscais

Mais vale uma boa provocação na vida pessoal do jogador, do que uma boa notícia que ele possa proporcionar.

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É, definitivamente, a nova tendência da mídia.

Bastou um dia apenas parao corte de Edmilson se tornar uma notícia velha e um fato superado, não obstante a sua importância. O noticiário está ocupado pela balada dos jogadores na noite de folga.

O mais grave é que nenhum brasileiro viu o fato, mas o transformou em bomba a partir de publicações estrangeiras.

Concordo que o atleta deve adotar uma regra de vida que não permite excessos. Mas onde está o excesso de uma noite para provocar tamanha repercussão.

Prova-se que hoje, dá-se mais importância ao fato do que à sua consequência, que às vezes nem mesmo repercute na prática.