Não sei se a razão é a grandeza do Atlético ou uma predisposição de criticar tudo o que faz o seu presidente Petraglia. Apontam-se todos os dedos para a obra da Baixada, pelo propósito de não sobrar nenhum para o terceiro anel da Mauá, do Couto Pereira. Mas o pau que bate em Chico bate também em Francisco, diz a máxima popular que exige igualdade no trato das coisas.

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Há quinze dias, se é que começaram, as obras da Mauá foram paralisadas. Os gols de Alex, a invencibilidade que dá ocasionalmente a liderança do Brasileiro, escondem uma crise entre os parceiros da obra. E o motivo, seria, também, a divisão do dinheiro da venda das cadeiras e camarotes. O clube tem as suas razões. Essa história de que a camisa coxa é igual a do Atlético, “que só se veste por amor”, no caso, virou um conto da carochinha.

Confiança

Mário Celso Cunha, o secretário estadual da Copa, afirmou aqui na Tribuna que “confia que o Atlético, através da CAP S.A, cumprirá o cronograma da obra da Baixada”. A questão não é o governo de Richa confiar no Atlético. Até agora, o clube não deu nenhum motivo para se desconfiar das suas ações. A questão é o Atlético confiar no governo ao qual Cunha pertence. Até agora, o Atlético tem tudo para desconfiar, pois as ações de governo se limitam ao cumprimento de obrigações pelo município.

Esquema

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Já passava da meia noite e o amigo Paulo César Carpegiani, técnico da Ponte Preta, me ligo. “Não deu”, confessou. Passou 48 horas ensinando como marcar Alex. Conseguiu com a bola rolando. Mas como não se marca com a bola parada, foi impossível impedi-lo de decidir o jogo. Para Carpegiani, a capacidade de raciocínio de Alex para ver e ocupar um espaço não está no talento pelo físico, mas na inteligência. “Já estou me convencendo, que para antever o jogo, Alex é tão inteligente quanto foi Zico”, completou.

Desejei-lhe boa noite, e fui dormir feliz com os fantásticos dez minutos de Zezinho, do Furacão.

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