Em Barueri, Palmeiras 2 x 0 Coritiba, pela Copa do Brasil. Foram dois jogos em um. No primeiro, os Coxas deixaram de ganhar. Foi no primeiro tempo, quando, quase irrepreensíveis, submeteram o Palmeiras a um amplo domínio. Era para marcar com Júnior Urso, mas Júnior, por correr de cabeça baixa, perdeu a noção de espaço, chutando em cima do goleiro. Era para marcar com Willian, mas Willian, sem visão de atacante, não viu que o canto direito estava livre.

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Como em um jogo final a regra é ter poucas chances, o significado negativo de gols perdidos é ampliado. Mais ainda, se o adversário tem a bola parada de Marcos Assunção. Na primeira criou o lance para o confuso árbitro marcar pênalti sobre Betinho: gol de Valdívia, 1 x 0. Na segunda, criou a chance para aumentar ainda mais a confusão que Pereira causava na zaga. Tiago Heleno, 2 x 0. A essa altura, o Coritiba já havia trocado a velocidade de Everton Ribeiro pela lentidão de Lincoln, e as jogadas laterais pela bola alçada de Tcheco para o fraco Anderson Aquino.

Por mais que fosse escancarada a disposição do árbitro em proteger o Palmeiras, deixando, inclusive, de marcar um pênalti em Tcheco, não se pode esconder a causa imediata da derrota: os gols perdidos.

Autoridade

Um dia desses, Mauro Holzmann, diretor de marketing do Atlético, justificou a terceirização da administração da Baixada: “Por que nós, dessa diretoria, só entendemos de futebol”.

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Assim, o presidente Petraglia continua empurrando goela abaixo da torcida jogadores de terceira categoria.  Fico a imaginar se essa diretoria não entendesse de futebol.