Passado

O Conselho Administrativo com Marcos Malucelli, como presidente, Enio Fornéa Júnior, como vice, Diogo Braz, como vice jurídico, e Yara Cristina Eisenbach, como vice de planejamento; e o Conselho Deliberativo com Gláucio Geara, como presidente, Alexandre Khoury e Cristiane Mocelin,
como vices, passam a comandar o Atlético e serão empossados hoje.

Não há tempo a perder. Homens e mulheres dependentes apenas do amor pelo Atlético. De novidade, o tino feminino para idéias, planejamentos e movimentos sociais com Yara Cristina e Cristiane. Ambas com sucesso na vida pública e empresarial.

É preciso não esquecer que, na histórica tarde de domingo na incandescente Baixada, o Atlético não foi campeão. O que fez foi fugir da 2.ª divisão. Tampouco pode ser jogado para debaixo do tapete a humilhação que, ainda nesse ano, perdeu o título estadual, em casa, para o Coritiba e, ainda na Arena, foi eliminado da Copa do Brasil pelo Corinthians de Alagoas, time de Série C.

Não se deve esquecer que hoje já é quarta-feira e, para quem perdeu tanto assim, o domingo de vitória deve ficar bem longe. A emoção que restou deve ser sufocada e os discursos de posse devem ser curtos. Promessas no futebol são perigosas porque, quase sempre, são reféns de uma bola perdida no meio de campo.

No futebol, como na vida, nada supera o trabalho e o espírito de renúncia para reconhecer o erro. O próprio Atlético deu um exemplo recente para si próprio. Sentimentos não devem sobreviver a uma madrugada. Viram ilusão, depois uma mentira. É a lei, que embora não escrita, comanda o estatuto de um clube de passionais.

De primeira: A Lazio, da Itália, quer Galatto. O extraordinário goleiro comunicou o fato ao presidente Marcos Malucelli, com uma surpresa: diz que o Atlético é quem resolve a sua vida. De repente, uma proposta pode resolver a vida dos dois.

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