Ontem à noite na Vila Capanema, só faltou nevar. De resto, teve de tudo: sensação de frio de 3 graus, chuva, vento, e até que enfim, a primeira vitória do Paraná, contra o Fluminense, no Brasileirão. Nesse ambiente, parece até ter sido uma vitória vinda do além: 2×1.

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E foi uma vitória absolutamente justa. Não teve nada de casual. E méritos para o treinador Rogério Micale, que virou do avesso o time. Mudando todos os setores, fez o Paraná ser mais compacto, projetando-o mais ao ataque. Com Tiago Santos na frente, ganhou uma referência.

Já era para ter marcado no 1º tempo, mas a bola de Tiago foi na trave, e uma outra o goleiro Júlio Cesar salvou. Parecendo ter continuado a jogar no intervalo, voltou com o mesmo ritmo para a etapa final. Logo aos 7 minutos, Itaperuna foi derrubado na área, e Tiago marcou de pênalti.

Quando o Fluminense ganhou o campo até a intermediária tricolor, Micale interviu. Trocou Carlos Eduardo por Wesley Dias, e Tiago por Biteco. Equilibrado, outra vez, o Paraná voltou a atacar. Marcou o segundo com Biteco, e nem o gol nos descontos do Fluminense criou um trauma na vitória.

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Não é possível afirmar se a vitória foi produto de um jogo de exceção do Paraná. Mas nesse momento é irrelevante. O que não poderia era continuar sem vitória.

Privilegiado

Por tradição, o Atlético ficou com o adversário mais forte da Sul-Americana: o Peñarol, de Montevidéu. Mas esse é um problema a ser enfrentado no futuro. Antes, há questões mais importantes a serem resolvidas.

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Entre dez torcedores do Atlético, os dez desejam a saída de Fernando Diniz. E incluam entre os dez, o dono do clube, Mário Celso Petraglia. Só não o demitiu pela vaidade de não querer se render aos críticos (imprensa e torcida), e porque Paulo André, que mesmo sem encerrar a carreira, já desempenha algumas funções de executivo, pediu mais tempo para o treinador.

Tendência

Contra o CRB, no Couto Pereira, o Coritiba joga para voltar ao grupo de classificação. Por ser o Coxa e jogar em casa, há probabilidade lógica de vitória. Só que futebol de competição é tendência. As alternâncias não conduzem à lugar nenhum.

Uma vitória hoje só pode ser considerada depois do jogo seguinte. O Fortaleza disparou, e em tese, só há três vagas para serem ocupadas. Alecsandro, vejam só, voltará ao time.