Por ordem de jogo. Neste sábado à tarde, o Paraná joga pela Segundona contra o Guaratinguetá. Na Vila e no embalo deve ganhar apesar da ausência do seu ponto de equilibrio, que é Ricardo Conceição. O dever vai além do simples indicativo do verbo. No caso do Paraná é posto como uma obrigação categórica de vitória, em razão do clamor de sua torcida para que o clube volte à elite do futebol brasileiro. É daqueles jogos em que qualquer resultado, que não seja o de vitória, não tem explicação.
Depois, na calada da tarde o Atlético, a sensação atual, joga pelo Brasileiro contra o Nautico. Não obstante ser em Recife, mas por jogar contra o lanterna e por estar no embalo deve ganhar. O dever de vitória encampa uma obrigação relativa porque o Furacão que não terá o “monstro” Manoel na zaga e Paulo Baier no meio. Pode parecer pouco em razão do conjunto quase perfeito, mas não é. Não há reposição natural de valores quando se trata de substituir Manoel e Baier. Como sempre sobra uma bola para Ederson, ainda mais com a volta de Marcelo, o Atlético deve manter-se entre os primeiros.
Coritiba
Amanhã, o Coritiba joga pelo Brasileiro contra o Internacional. No Couto Pereira, e ponto final. A partir daí é só incerteza. A classificação na Sul Americana contra o Vitória, não pode ser referência. É que ela veio depois de um mau jogo e do casuísmo dos pênaltis. Então, se é razoável que a volta de Alex gere otimismo, não pode gerar a ilusão da volta à normalidade. Não se ignore, que se a experiência de um craque encurta o caminho no campo e lhe poupa o folego, a inatividade lhe poda um pouco da técnica que pertence à sua natureza. Mas, no entanto, pelas circunstâncias internas por ter frear a tendência de queda na classificação, o Coritiba carrega a obrigação de ganhar. Contra o poderoso Inter é um fardo meio pesado.