Às 17h59, quando escrevo, leio uma pesquisa o site do jornal Gazeta do Povo, que provoca a seguinte questão:
O Atlético acertou ao punir líderes do grupo como Manoel e Weverton?
Não. São bons profissionais e conquistaram o direito de manifestar a opinião deles dentro do clube. (35%, 322 Votos)
Sim. Existe uma hierarquia no Atlético e eles não a respeitaram. (31%, 288 Votos)
Não. A diretoria prejudicou o time ao afastá-los por questões extracampo. (21%, 192 Votos)
Sim. O comportamento extracampo dos dois jogadores não era o adequado. (13%, 128 Votos).
Então, 56% são contra a punição de Manoel e Weverton.
Vejam só quando se convive num ambiente autoritário. O Atlético foi um dos poucos que ganhou na primeira rodada do Brasileiro e ganhou do Grêmio (1×0), o que não é pouca coisa. No entanto continua sob dúvida, que naturalmente domina um ambiente controlado pela pressão. E por isso, o Furacão não pode, em tese, perder o jogo de amanhã contra o Vitória, em Salvador. Não é questão de números, do que deixará de ganhar. É questão de estado de espírito.
Desafio
Coritiba e Santos já fizeram grandes jogos no Couto Pereira. O que ainda registro na lembrança, foi a vitória do Peixe por 2×0, quando o mundo já perseguia o milésimo gol de Pelé.
O outro jogo histórico, se transformou numa lenda. Em 1985, o Coritiba precisava vencer para seguir em frente no Brasileiro. O Santos, embora eliminado, motivou-se pelo interesse do Fluminense na derrota coxa. Se o Coritiba não ganhasse e o Flu vencesse o Bahia por diferença de dois gols, os cariocas avançariam. Na semana, o Jornal do Brasil divulgou que o saudoso Evangelino Costa Neves tinha passado a semana em Santos, sua terra natal.
Picado, Marola, goleiro do Santos, fez milagres. No último minuto, Lela em jogada de Marco Aurélio, fez 1×0. Logo depois, o Coritiba foi campeão.