Contra o Cruzeiro, o Atlético pode até empatar em Minas Gerais. E não precisa ser extraordinário. Basta ser um time que atenda os princípios da normalidade. Eles são básicos: defender, marcar e atacar sem precisar praticar excessos. Só defender, só marcar ou só atacar são exemplos de excessos. A dúvida será normal para o técnico Juan Ramon Carrasco.

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Começa bem dando um descanso para Paulo Baier. O ídolo anda tão cansado, que nem o seu chute de falta, que era mortal, consegue fazer passar por uma barreira. Sem o ídolo e com Guerrón, o Atlético pode ser um time normal para seguir em frente na Copa do Brasil. Bem resumido: o problema ou solução em Minas atendem pelo nome de Carrasco, seu treinador.

O que o Atlético não pode é sair agora da Copa do Brasil contra um time fraco como o do Cruzeiro.

Importância

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A importância de Curitiba como sede da Copa do Mundo obrigou o governador Beto Richa a criar a Secretaria da Copa. E nomeou o senhor Mário Celso Cunha. Suas últimas intervenções públicas foram para explicar a denúncia de que pregou o calote ao dinheiro público a ser emprestado, e para dizer que não tinha conhecimento do “negócio fechado” por seus assessores na Câmara de Vereadores.

A sede de Curitiba é a única em que o Secretário da Copa está proibido de aparecer por estar envolvidos a questões éticas, tendo ou não culpa. Se não tem culpa não é justo ficar acuado, escondido, sem dar uma palavra em um dos assuntos mais importantes de Curitiba, que é a Copa.
Sai da toca, Mário Celso!

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