O Atlético ganhou do Flamengo porque se protegeu contra as suas carências individuais. E isso só é possível – e assim foi -, quando a ordem tática adota como principio a consciência dos limites.

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A partir desta realidade bem dominada por Antônio Lopes, há uma dúvida para esse já decisivo jogo contra o Figueirense, na Baixada: o Furacão deve jogar como um time da casa ou continuar com a consciência adotada contra o Flamengo?

O mando de jogo não está atrelado necessariamente à obrigação de atacar. Há situações – e essa contra o Figueirense está dentro delas – em que atacar é uma função tão importante quanto marcar e se defender.

Os pontos perdidos em casa para Avaí, Bahia e América Mineiro são prova de que o Furacão usou errado o fator Baixada. É aí que concorre a importância da cultura esportiva e a experiência de Lopes como treinador. Elas freiam exigências passionais de arquibancadas que influenciam um time, principalmente se é jovem como esse do Furacão.

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Beira-Rio

No Beira-Rio, em Porto Alegre, o Coritiba joga contra o Internacional. Seu ataque vai badalado por ter batido o recorde do ataque de 1972, com Abatiá, Zé Roberto e Krüger. Os números mesmo que sejam contados de forma correta nem sempre contam a verdade. A marca de Abatiá, Zé Roberto e Krüger deu conquistas aos Coxas. As de Bill, Marcos Aurélio e Rafinha, por enquanto, nada de importante ganharam.

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Vila Capanema

O Paraná leva a sua crise técnica para campo contra o Goiás. Menos mal que se afastou da crise com os jogadores, que foi muito mais de relacionamento do que financeira. Seu diretor Celso Bittencourt garante que tudo está pago até 10 de setembro. Menos mal, embora tranquilidade no bolso do jogador não signifique que ele vá jogar bem. No máximo correr mais.