Pela Libertadores: Sporting Cristal 2 x 1 Atlético.

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Há tempo não se via um time ser vítima de seu próprio treinador como foi o Atlético nesse jogo em Lima. É que o senhor Miguel Ángel Portugal, sob o pretexto de surpreender os peruanos, treinou o Furacão para se defender com a linha de impedimento. A mesma linha, que há 50 anos recebeu de João Saldanha, o título de linha burra, porque bastava jogar pelo lado ou uma bola em profundidade para o adversário ficar em situação de marcar.

Foi o que aconteceu em Lima. Comandada por Manoel, a zaga não só jogava adiantada, como em linha. O Cristal, já conhecendo a literatura de Portugal, lançou bolas para três ou quatro jogadores, não necessariamente atacantes, que vinham de trás em velocidade.

Resultado: o Atlético sofreu apenas dois gols porque o goleiro Weverton foi o melhor em campo. Nada ficou daquele Furacão que Mancini deixou. Não só pela carência individual, mas pela desorganização tática.

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Os números do placar podem ser apagados em Vila Capanema. O Cristal se limita a correr em velocidade atrás de bolas longas. Mas o Atlético tem que tomar cuidado porque dorme com o inimigo.

Otimismo

Se os representantes da FIFA vierem ver a Baixada com um pouco de boa vontade no próximo dia 6 de fevereiro sairão otimistas. Depois da intervenção do Município e do Estado na gestão da obra, fez-se em uma semana o que a autogestão não fez no último mês. E mais do que dinheiro, precisou dar ordem no canteiro, com a coordenação de projeto e trabalho.

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Fantasma

A crise no Barcelona provocada pelo caso Neymar pode desenterrar um fantasma: os 15 milhões de euros que teriam sido pagos por Keirrison à Traffic. Os espanhóis montando um quebra cabeça, em que um das peças principais é o empresário André Curi. Em todos os negócios no Brasil, o clube catalão usou Curi, que não nega ser amigo de Sandro Rosell.