A matemática não deve ser uma ciência lógica para o futebol. Veja só o caso do Atlético Paranaense. Para jogar a pré-Libertadores de 2019, tendo como origem o Brasileiro, precisa passar o Atlético-MG, que está três pontos à sua frente. A diferença não é pouca coisa em seis pontos a serem disputados. Há dependência de si e de terceiros, o que torna a diferença de três pontos bem maior do que a matemática pura.

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Entendo que esse Furacão de Tiago Nunes já havia cumprido o seu dever no Brasileiro, quando encerrou o processo contra o rebaixamento. A herança maldita do Furacão de Petraglia-Diniz não foi fácil de administrar. O Furacão de Nunes passa dos limites nessa altura do campeonato.

O que o Atlético deve fazer (e é o que está pensando em fazer) é só investir na Sul-Americana. Para usar essa fonte para ir à Libertadores já na fase de grupo, encontra uma matemática como ciência lógica: é que depende apenas de si em três jogos para ganhar o título. E não precisa de três vitórias, a partir da diferença brutal (2 gols), que tem em relação ao Fluminense.

A Sul-Americana exige investimento na recuperação de Lucho González de Paulo André, e a volta de Bruno Guimarães. Entendo que André, mesmo no banco, seria importante em finais, que exigem a tranquilidade para enfrentar situações tensas e perigosas como são previsíveis ocorreram no Maracanã.

Candidato

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A oposição ao presidente Samir Namur, do Coritiba, não sabe o que faz. Entre os 90 signatários do pedido de convocação da assembleia para votar a proposta de destituição, só Jacob Mehl estaria disposto a ser candidato. Mas, aí, os outros 89 não querem. Há quem lembre uma passagem do rei sanguinário de “As mil e uma noites”: pior que Samir pode vir Jacob.

Vilson Ribeiro de Andrade foi procurado e não só recusou, como manifestou-se contra a destituição.
Para não ficar desmoralizada, a oposição já está aceitando uma composição com Namur. Mas, agora, é Namur que não está querendo compor, no que está absolutamente certo.

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Já está virando um pastelão essa crise dos coxas.