Jackson é simplesmente um belo nome. Como são João e José. Pode ser um grande homem. Todos nós temos um ponto em comum com Jackson, João e José: um belo nome. Mas como eles, para ir além do belo precisamos de uma história.

Não é o caso de Jackson do Nascimento. Enviado de Deus, por isso predestinado, quando nasceu já tinha pronta a sua história. Só faltava a sua versão. Foi escrevê-la na Baixada jogando pelo Atlético. Não era esta Baixada em forma de arena cheia de beleza e ostentação material. Mas na velha Baixada de tijolinho empilhado, sensível ao ideal e ao amor puro pela causa atleticana.

Foi lá que os mais belos trechos desta história foram escritos.Quando Jackson fazia gols, minha geração estava nascendo.

Então, o craque grandioso transformou-se em um fenômeno: é quando a história projeta-se no tempo, alcança o presente, e mesmo assim permanece imutável. Eterniza o homem. A história contada por sentimentos é mais profunda do que a história contada por depoimentos. Não corre o perigo de desviar-se da verdade.

Jackson está fazendo oitenta anos.

A sua história está tão presente em todos nós, que parece até que ele vai jogar domingo no Atletiba. E fazer gol nos coxas.

De primeira: O Paraná joga hoje contra o misto do Santos pela Copa Sul-Americana. É um drama para o Paraná: não sabe o significado de uma vitória, mas sabe o resultado de uma derrota. E os dois são possíveis.

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O Atlético contratou o veterano lateral-esquerdo Ronildo. Foi a esse propósito que lembro de perguntar: o que foi feito de Fabiano? Lembra dele, Petraglia?

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