Intolerância

Até hoje o Coritiba não conseguiu calcular o prejuízo financeiro que sofreu, em 2009, com a ação criminosa de suas torcidas organizadas. Quebraram o estádio Couto Pereira e deram causa para a perda de 10 mando de jogos na Segunda Divisão. Se o clube fosse buscar em regresso o valor dos danos, hoje estaria alcançando as ricas contas bancárias dessas associações.

O Atlético já pode começar a calcular esses danos. Está sendo vitima de tipos criminosos que se vestem de vermelho e preto por conta de uma “paixão”. Por essas das ações criminosas das suas “organizadas” terá que pagar uma multa de 40 mil reais, jogar fora de Curitiba, com a certeza de perda financeira, e previsível perda técnica, que poderá lhe custar uma vaga na Libertadores.

Não se trata de problema social. O diagnóstico é grave, por que não se ameniza ódio, violência, intolerância e extremismo com intervenções casuais, que só agravam a situação. Não sei se por conta de promessa de campanha, ou por falta de autoridade legal, o Atlético mantém um silêncio, que já se confunde com omissão diante de perigoso estado. A hipótese de que são nichos isolados e não as organizadas como célula inteira, não cabe como desculpa. Aqueles são apenas acessórios dessa, que firmam o principio de ações ilícitas, sempre em prejuízo do clube.

Nas diretorias dessas associações, estão os “cabeças” que incentivam e praticam esses ilícitos. O Atlético não só deveria praticar ações formais junto a quem tem o poder de polícia, como buscar a indenização por esses prejuízos, por que dinheiro essas “associações”, hoje, têm mais disponíveis que os próprios clubes.

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