O que levou o Atlético a aumentar o seu risco de fracasso na Segunda Divisão trazendo um técnico de terceira categoria? Seria porque o mercado está estreito e caro, e não há dinheiro para investir, ou porque o objetivo de voltar à Primeira Divisão deve ser alcançado, mas não a qualquer custo? A expressão “a qualquer custo” pode sugerir o seguinte raciocínio: se há risco da Baixada ser entregue entre julho e outubro, ou até no prazo limite, que é dezembro de 2013, o Furacão terá que jogar boa parte do Brasileiro fora de Curitiba. Para não aumentar o risco – que sempre existe para todos – de um novo rebaixamento, o investimento financeiro teria que ser extraordinário. Bem maior do que o valor que se deixaria de receber da TV Globo. Em tese, ficar mais um ano na Segunda Divisão é menos grave do que subir e ser rebaixado no ano seguinte. E o desgaste da diretoria perante a torcida por disputar mais vez a Segundona seria absorvido com a inauguração da Baixada. Não há como explicar a contratação de um profissional que não é treinador de futebol.

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Escolha

Há duas propostas por Guerrón: uma do América do México e outra da China. Essa é melhor para o Atlético; aquela, melhor para Guerrón. Como o jogador não aceitou ir para o futebol chinês, como já havia negado o futebol russo, foi mandado treinar separado. Saiu ganhando: recebe sem trabalhar.

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