Um tanto gripado, outro tanto febril, Mário Celso Petraglia retornou da Europa, onde estava fazendo negócios. Imagino que um deles, é a saída de Weverton no próximo período de transferência. Os clubes da Rússia andam interessados em goleiros brasileiros, depois do sucesso de Guilherme revelado pelo Atlético. Penso, que se está negociando Weverton, é melhor esperar. Se o Furacão não se afastar dessa zona de desconforto, Santos não vai aguentar a pressão. Se voltar de Belo Horizonte e Goiânia como lanterna, a Baixada vai voltar a ser um caldeirão.
Imagino que o retorno do doutor foi antecipado. Além de gripado e febril, é certo voltou, como todos os atleticanos já estavam por aqui. Nervoso e inconformado com a lanterna do Brasileiro que o Furacão carrega. Imagino que deve estar falando com seus botões: “Nunca pensei que comigo o clube iria passar por isso”.
Agora não é imaginação. Com certeza, já não tendo mais idade para aceitar velhos argumentos para derrotas, deu ordens para que Autuori, Baptista e os jogadores tomem jeito e o Atlético volte a vencer. Imagino, que se no retorno a lanterna tiver acesa, cabeças irão rolar. E imagino que a primeira deveria ser de Autuori.
O Furacão joga hoje em Belo Horizonte contra o Galo.
Não é imaginação, porque Baptista sendo coerente deve seguir o conselho do grande Sicupira espalhado nas redes sociais: escalar o seu time e fazê-lo jogar dentro da ordem que entende correta. E, qualquer time do Atlético, de qualquer torcedor, não pode mais correr o risco de ter um meio campo que escancara a defesa, não defende, não marca e não lança. E, para isso só há uma solução: dar um descanso para Lucho González e disciplinar taticamente Otávio.
Para voltar a somar pontos, antes de ser ordenado, o Atlético precisa ganhar consciência de uma verdade: é um time limitado que pode ser, sim, rebaixado.
Imagino que diante da pressão, o Furacão pode ganhar.
Amanhã essa coluna será publicada pelo blog.
Imaginação
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