O empresário e o futuro senador Joel Malucelli tem uma previsão do futuro do Estádio da Baixada. Como a solução política já não é mais possível em razão da fiscalização sobre os agentes públicos, e como a solução jurídica tem tendência de manter o contrato histórico, a propriedade da Baixada seria dividida entre o Estado e o Atlético, ficando o clube com a sua administração e preferência de mando de jogos. O Município seria excluído, porque a dívida pela desapropriação dos imóveis seria absorvida no acerto de contas.
É apenas uma hipótese. Hipóteses como essa começam a surgir. E o Atlético, mesmo tendo causa jurídica, é o grande culpado. Na próxima segunda, eu explico a razão.
Terceiro técnico
A temporada nem bem começou e o Paraná já tem o seu segundo técnico: Rogério Micale. Seus dirigentes, em especial, o “presidente” Pastana, não explicou qual foi o critério para a escolha. Sabe-se, que Micale já se tornou um treinador histórico, por ter comandado o Brasil na conquista da inédita da medalha de ouro nas Olimpíadas do Rio.
Não deve ter sido esse, pois seria muito arriscado. Não deve ter sido, também, o dos atributos do treinador no comando de um time. A sua última experiência foi no Atlético Mineiro, que o dispensou. A falta de um critério corre ao mesmo tempo com uma futura mudança.
Segundo turno
Uma boa notícia: o segundo turno do Estadual vai começar, e isso sinaliza que estamos partindo para o seu final. Quando termina, é um conforto diante da pobreza técnica, que temos que assistir. Não vai ser muito diferente do que foi o primeiro turno. O Atlético é o favorito do seu grupo e o Coritiba do seu. As dúvidas são Paraná e Londrina. Aquele porque não tem time e esse porque não tem técnico.