Embora não declarada, há uma guerra na praça. Ao invés de canhões, craques. Petraglia contratou vinte jogadores; Giovani, sete e promete mais.

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Os de Petraglia já sabemos: quem não é ruim ou meia boca, como a maioria, como o são Jorge Henrique, Durval, Simão, Marín, Lima, Souto, Cleverson, Jancarlos, André Cunha e Badé, está cansado nos músculos como Aloísio e na vontade como Maciel.

Os de Gionédis já estão na praça. A origem é diversificada: do sertão cearense, de onde veio o veterano Alcimar à praça de Irati, que mandou Tiago. Mas tem de tudo. O que não se sabe é se entre os sete exista um que não estranhe jogar com a camisa dos coxas.

Existem poucos dirigentes ousados no futebol do Brasil como Petraglia e Gionédis em imprimir uma evolução no patrimônio dos clubes. Mas os dois não diferem de todos os outros em um aspecto: pensam que já conhecem o futebol, e por isso muitas vezes fazem a vaidade sobrepor a opiniões com conteúdo técnico. Gionédis erra menos, porque às vezes respeita a opinião alheia. E tem do lado um homem de bom senso, que não especula e conhece futebol, que é Antônio Lopes. Diferente de Petraglia, que ao assumir sozinho a responsabilidade de contratar, fez um estrago. Hoje, o clube que contratou trinta jogadores, não tem onze para mandar jogar em Caxias, obrigando o treinador a improvisar.

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De primeira: No Paraná já corre solto que Cuca teria sido procurado por Vavá, que não nega. A velha desculpa é do jantar entre amigos. Pode até ser um boato, mas que Cuca está de prontidão em Santa Felicidade, é verdade. Para o que der, e talvez vier. *** A entrevista coletiva programada pelo Atlético para esclarecer o caso Dagoberto deixou uma certeza: ninguém sabe se ele voltará logo ou terá que alongar o seu tratamento.