Já era para ser na imperdoável perda do título da Copa do Brasil para o Vasco. E deveria ser inevitável na perda da vaga da Libertadores, quando foi derrotado para o rebaixado Atlético, do histórico Guerrón. Só que, como no poema de Gonzaguinha, agora “se sente no ar o momento em que o copo está cheio e não dá mais para a engolir”.

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Assim, não podendo mais esconder, o Coritiba expõe a sua crise técnica contra o Londrina. Um resultado negativo pode não resultar em mudanças imediatas, mas antecipará mudanças não previstas pela diretoria.

O saudoso Helio Alves dizia que, às vezes, um grande clube precisa jogar sob pressão. Seu fundamento é de que esse estado provoca a consciência de que há um motivo para a derrota. No caso dos Coxas, resta saber qual o verdadeiro motivo: a saturação do comando de Marcelo Oliveira ou a deficiência individual do time. Pode ser que um esteja associado ao outro.

Pelo fato do Coritiba assumir outra vez a condição de um time comum, haverá um jogo interessante no Couto Pereira.

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Dependência

O Atlético joga em Toledo, sem Paulo Baier. Como tema, Baier é mais importante que o jogo. É que me perguntam qual a razão de ser contra Baier? A questão não é ser a favor ou contra. Sou contra ser dependente de pessoas e de fatos. Baier é um exemplo. Está há quase três anos no clube, e o Atlético não ganhou mais nada desde a sua chegada. Pior: foi rebaixado para a Segunda Divisão. E neste período Baier não foi somente um jogador, mas a base e a referência da qual se originaram a dependência de jogo. E agora, qual é a referência do esquema de Carrasco? Paulo Baier.

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De primeira

A Napolitana, para sair amigavelmente da Baixada, pediu por escrito o valor de 4, 2 milhões de reais. Nem McDonalds pediria esse valor para sair da Disney.