O Coritiba procura desesperadamente por um grande goleiro.

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Pode parecer uma contradição, mas no Brasil em que sobram grandes goleiros, é dificil de ter um. Quem tem um grande goleiro não libera, pois a reposição imediata é impossível. É que entre o goleiro titular e o reserva as diferenças, com tempo, se tornam imensas.
O reserva por ser reserva e pouco jogar, tem reduzidas as condições técnica, física e psicológica.

Nem uso o goleiro Weverton, do Atlético como ilustração. Está entre os melhores do futebol brasileiro. Aponto o veterano Marcos, do Paraná como exemplo: seria fácil o Tricolor encontrar no mercado um goleiro com o custo beneficio de Marcos?

Incapacidade

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Neste momento o Coritiba paga o preço da falta de capacidade para avaliar de seus dirigentes do futebol. O prestigio dado a Vaná como substituto definitivo de Vanderlei é o exemplo do erro por má avaliação. A busca amparar o erro com Bruno foi pior ainda.
Agora veja só o que acontece.

Querendo ser leal ao orçamento, a diretoria não quer se afastar da política de limitar o valor do salário do jogador. Dida, que estaria interessando ao clube, ganha 300 mil mensais, no Internacional, até dezembro de 2016.

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Dizem que há esperança da contratação de Rafael, reserva de Fábio, do Cruzeiro. Mas Rafael está no mesmo estágio de Vaná e Bruno, é um risco.

Eis um grande desafio para os dirigentes que tocam o futebol do coxa: contratar um grande goleiro, sem direito ao erro, por um preço tabelado pelo orçamento do clube.

De primeira

Fosse eu repórter politico iria investigar o seguinte fato: estimulando o movimento na Câmara Municipal de Curitiba, comandando pelo vereador Pietruziello para legislar a volta da venda de bebidas alcóolicas nos estádios, estariam fabricantes e distribuidores.