Com base em uma conversa com um ex-presidente do Coritiba, escrevo essa coluna. Não acreditem os coxas de que Vilson Ribeiro de Andrade vai se reeleger presidente do Coritiba porque gosta do poder. A sua continuidade está sendo imposta por dois motivos.

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O primeiro de ordem pessoal: seus princípios informadores da consciência de reconhecer equívocos, não permitiam que fosse embora sem resolver os seus conflitos internos.

O segundo motivo foi o convencimento pregado por ex-presidentes, que ficaram e continuam assustados com algumas opções apresentadas para substituí-lo. De um deles recebeu um apelo, quase uma ordem para ficar “porque do contrário, o Coritiba corria o risco de virar um novo Paraná.”

Os seus princípios pessoais e os apelos de ex-presidentes lhe deram crédito para convencer dois “novos” coxas a serem conselheiros da administração: Leodir Bonilla, vice-presidente da Pro Tork e Rodrigo Florenzano, um profissional de ponta de publicidade e marketing. E dois “velhos” coxas: Luiz Henrique Jorge, o “Espeto”, e Omar Akel. E Alceni Guerra no Conselho Deliberativo. Poderá ser criado o cargo de presidente executivo (o CEO sugerido por Joel Malucelli) desde que o indicado aceite. Por essas razões, Vilson deve ser o candidato único.

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Perguntarão: e se o Coritiba for rebaixado? Nessa hipótese é que Vilson seria obrigado a continuar.

Amanhã irei escrever de como o Atlético está influenciando na eleição e no futuro do Coritiba.

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Decisão

Por mais que seja justa, por bem mais que tenha os dois times que melhor jogam no futebol brasileiro, a decisão da Copa do Brasil entre Galo e Cruzeiro não empolga fora de Minas Gerais. Passando desse limite, atrai mais como uma curiosidade. Não é culpa deles, mas de um vício terrível do futebol brasileiro em valorizar demais a tradição. E, aí, cariocas e paulistas é que provocam o torcedor brasileiro.

Para quem gosta de futebol sem torcer (o que não tem graça), será um belo espetáculo essa decisão mineira.