Folclore

Certa vez, conta o jornalista Dias Lopes, apareceu em Sobral, sua terra natal, um treinador de nome Pedro Barracão. Apresentou-se como um revolucionário de uma tática para chegar ao gol. Era mais ou menos, assim: os pontas cruzam, os meias entram esperando a furada dos beques.

Ricardo Drubscky, o técnico preferido de Petraglia para o Atlético, bem lembra o personagem do folclórico cearense. Mas, se Pedro Barracão existiu mesmo, era melhor do que Drubscky. Pelo menos mandava os meias entrarem pelo ataque. O time do Atlético já é fraco. O esquema estático, que segura os alas e os meias, torna-o medíocre.

O gol de empate de João Paulo, no final do jogo em Ipatinga, evitou outra derrota humilhante, mas não diminuiu a vergonha. Não pelo resultado, em si (1 x 1), mas pelo jogo medíocre. Melancólico.

Marcão, o centroavante de Petraglia, continua jogando sem emoção. Perdeu quatro gols.

Petraglia precisa levar a sério a presidência. Anda muito folgado.

O Atlético precisa ter um técnico.

Perigo

O Paraná joga hoje na Vila Capanema contra o Goiás. Anda se afastando a cada rodada da zona de classificação, que a vitória passou a ser uma obrigação.

Difícil missão essa do Tricolor. É que o Goiás, que por tradição já era um dos favoritos para o acesso, passou a sê-lo pelo seu jogo. E, um dos motivos, às vezes, fundamental para um campeonato brigado, é o trabalho do preparador físico Robson Gomes.

Robson que é irmão de Roger Gomes, que acaba de ganhar pela 3.ª vez o titulo de melhor chef da categoria de restaurante “Bom e Barato”.

Robson e Roger são filhos do comentarista Valmir Gomes.

Prova de que a formação pessoal molda o caráter e a capacidade de trabalho.

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