No silêncio, o Atlético embala o seu sonho de final de ano. Atende pelo nome Tcheco, que se ainda não chegou, está chegando da Arábia com os direitos de seu vínculo desportivo no bolso. Já havia um interesse antigo e natural por ser excelente jogador. Tornou-se oficial, quando do negócio que levou Lima e Marcão para a Arábia. No acerto de contas, Tcheco foi prometido ao Atlético, tal como a tradição árabe em que se promete a filha para o casamento.
O empresário paulista que intermediou, é o mesmo que levou Tcheco para o Al Ittihad. É Cristian Colombo, filho do advogado Cristóvão Colombo, torcedor do Internacional, que defendia os interesses de Paulo Roberto Falcão nos anos setenta.
E com o ex-ídolo do Coritiba, o Atlético quer começar a formar um grande time. Basta não errar na contratação do treinador. Errará se for Celso Roth ou Péricles Chamusca.
Aloísio deve voltar. Por contrato, tem que voltar. A sua permanência no Morumbi está condicionada ao pagamento do valor da cláusula penal, que o Atlético nunca deixa barato. E se atendida a condição para Aloísio ficar no São Paulo, o dinheiro da contraprestação vai permitir que se contrate um goleador de Seleção.
Só não sei qual foi o assunto tratado ontem no jantar, que Petraglia pagou para o empresário Zagalinho.
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O goleiro Flávio já tinha bem encaminhada a sua ida para o Coritiba. Daí veio o rebaixamento, o que o deixou angustiado. Afinal, quem foi ídolo no Atlético e no Paraná, fechar o ciclo como ídolo no Coritiba, seria um marco. Indeciso, reabriu a conversa com o Paraná, mas ainda não fechou. Com justiça está dando valor ao que fez no campeonato. Aliás, goleiro hoje tem tanto valor que um goleador.
Agora, Flávio não se constrange tanto em jogar a segunda divisão. Desde que ganhe bem, e fique morando em Curitiba cuidando dos seus vários imóveis alugados.
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O afastamento de Luiz Zveiter da presidência do STJD, vai abrir uma guerra entre os clubes. Ninguém quis enfrentar de frente o poderoso desembargador, mas agora que ele saiu, o Clube dos Treze já começa a articular alguém que não tenha vínculo com o futebol do Rio de Janeiro. Como Ricardo Teixeira, presidente da CBF não transige em participar da escolha, busca-se um nome de conciliação.
O jurista paulista Rubens Aprobato Machado, torcedor do Corinthians, é o nome que sensibiliza a maioria dos clubes e a própria CBF.
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Estou entrando em férias no jornal. Se voltar, será na segunda quinzena de janeiro.
Boas festas!