O que fazia Alan Bahia no primeiro gol do Palmeiras? Em vez de fazer a cobertura do lado esquerdo, assistia passivamente a Danilo ver Diego Souza cabecear e fazer o gol.

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O que fazia Alan Bahia no segundo gol do Palmeiras? Driblado, foi ao chão, mas ficando de frente, para ver que pior do que ele, apenas Danilo, que se deixou driblar no segundo gol que derrotou o Atlético.

O que fez o treinador Mário Sérgio? Passou um tempo assistindo perplexo ao Palmeiras jogar, e depois em silêncio, viu o seu exótico esquema ser engolido por simples movimentos táticos de Luxemburgo.

Mas que não se culpe Mário Sérgio, apesar de ele não ter somado absolutamente nada ao que o time vinha tendo com Roberto Fernandes. Ele é apenas mais um erro do feitor atleticano, agora assistido por Edinho, cuja contratação já tinha sido um erro antecedente ao do treinador.

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E o que fazia Petraglia no camarote? Presume-se que seus olhos enxergavam a mesma verdade que a torcida de arquibancada: mudar de esquema de acordo com o adversário, centrando tudo em Alan Bahia, Danilo e Pedro Oldoni é antecipar a ida para a segunda divisão.

Galatto foi o único que jogou pelo lado atleticano. Evitou uma goleada.

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Motivo

Um pênalti defendido por Vanderlei no último minuto, o contra-ataque com Keirrison, e o gol de Thiago no último segundo do último minuto. Tudo isso no Mineirão e contra o Cruzeiro. A impressão que pode ter ficado é a de que o Coritiba está tendo sorte. Enganosa impressão.

O Coritiba foi melhor que o Cruzeiro e só não ganhou por um detalhe: as chances anteriores caíram nos pés de Marlos, Maurício e na cabeça do instável Carlinhos Paraíba. Se caíssem nos pés de Keirrison, ganhava o jogo.