Não sei qual a razão se não dei motivo, mas não faltam leitores que me provocam sobre um assunto: haveria corporativismo da imprensa para proteger o Capitão Hidalgo como dirigente do Coritiba, e de Caio Júnior, como técnico do Paraná por terem eles saídos de um estúdio de rádio?

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Há corporativismo, sem dúvida. De forma voluntária ou não, evitam-se críticas aos dois, principalmente ao Capitão Hidalgo. Os erros do Coritiba só são atribuídos a Gionédis. Nem tanta proteção pode existir a Caio Júnior, porque não há corporativismo que resista a resultados, para elogios ou críticas.

Sicupira é um grande exemplo. Peça valiosa. Quando concluiu que a sua vida profissional no futebol teria que ter continuidade no rádio e na tevê, nunca mais cogitou ser técnico de futebol. Por isso é o melhor no que faz.

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Só mesmo o TJD da Federação Paranaense de Futebol daria uma ordem liminar para autorizar a Portuguesa de Londrina usar o nome Grande Londrina Futebol Clube. Deixa em dúvida mais uma vez se existe despreparo jurídico ou conveniência. O ?Grande Londrina Futebol Clube? usa o nome e a marca Londrina, do Tubarão. Nem precisa ter cultura jurídica, basta confrontar os dois nomes. O aspecto nuclear está no nome Londrina.

Surpresa é o Londrina Esporte Clube não ter ido à Justiça Comum para proteger o seu direito exclusivo ao nome como time de futebol.

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Passado um bom tempo da limitação de acesso da imprensa à sua vida, o Atlético adquiriu a tranqüilidade. Não se especulam mais fatos, não se transformam boatos em notícias porque tudo é regido pelo site oficial.

Mas não é só pelo noticiário dirigido que o critério do Atlético deu certo. Concorre o conformismo que não incentiva a procura de outros fatos não-oficiais.

Aliás, o jornalismo que não tiver o caráter investigativo, mas apenas noticioso, não tem vida longa. Daí a importâncias das colunas assinadas.

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De primeira: A Rede Paranaense de Comunicação adquiriu a Rádio Capital FM, que irá transformá-la como Globo FM, de programação musical. Pode abrir uma exceção e fazer futebol. Carneiro Neto seria o diretor, voltando a narrar futebol. ***Por enquanto foi um pedido. Não atendido será uma ordem. Ricardo Teixeira, presidente da CBF pediu a Moura para se afastar da presidência da Federação Paranaense de Futebol.