1) O atacante Kléber, o “Gladiador”, resolveu voltar ao Coritiba. Treinando em separado, ao invés de solução, tornou-se um grande problema. Kléber é um jogador disciplinado fora de campo, e que não dá motivo para uma rescisão indireta. Não é simples administrar esse problema específico do Coritiba. O atacante, em duas oportunidades com a diretoria anterior, havia pedido a rescisão. Por entenderem que ele era importante no ambiente, não concordaram. Após a recusa do Fluminense, motivando-a publicamente por supostas lesões, o mercado ficou inibido. Não é qualquer jogador, que ganhando 250 mil por mês, pede três vezes para ir embora. Duas, Kléber pediu.

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2) Não é uma figura, é linguagem literal: a Liga dos Campeões, torneio que imobiliza o mundo diante da televisão, está sendo decidida no apito. O Real Madrid foi empurrado para a final de Kiev pela arbitragem, que trabalhou em seu benefício contra a Juventus e contra o Bayern. E não há como afastar a sensação, de que o apito concorreu com a classificação do Liverpool. No jogo de Roma, dois, dos três pênaltis a favor da Roma, apenas um foi marcado. O mais grave é que todos os erros decisivos foram erros crassos. São aqueles que não dependem de interpretação, esgotando-se com um simples olhar do lance. A arbitragem brasileira, considerada uma das piores do mundo, ganhou boas desculpas para os erros futuros.

3) Escrevi aqui que o valor relativo à dívida do Atlético pela construção da Baixada, constituía-se em um passivo circulante (presente), já exigível. O leitor Bruno Felipe Czornei, torcedor do Atlético com a sua autoridade em números, manda-me um email crítico. Pergunta: “Como é que uma dívida de 400 milhões de reais que nem está sendo paga pode ser considerada de curto prazo?”. Há sentido na dúvida, mas explico: a dívida já é exigível pelo todo em razão de que o Atlético não pagando, permitiu a Fomento Paraná usar da cláusula de cobrança antecipada. Tanto é que sequer o Furacão na sua defesa à execução questiona a antecipação da cobrança, limitando-se a alegar que o valor final terá que ser dividido com Estado e Município.

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