Fatos amenos

Foto: Albari Rosa.

Superados os riscos das cirurgias a que foi submetido, Mário Celso Petraglia, o senhor do Athletico, retorna a São Paulo para uma revisão com a equipe médica.

Quando voltar, sem intermediário, irá procurar Enio Fornea Junior e Ademir Adur para trocar ideias sobre o Athletico. Conhecendo Petraglia, presumo de que só abrirá o clube para os divergentes se Fornea e Adur aceitarem ser conselheiros.

A propósito, o doutor Emed anda choramingando que, ainda, não foi convidado para ser reeleito presidente do Conselho Administrativo. Não foi e não será.

2º)

R$1 milhão. Esse é o valor oferecido pela diretoria do Coritiba para ser dividido entre os jogadores, na hipótese do retorno do clube à elite do Brasileirão. O clube ainda não tem esse dinheiro. Associa a classificação com o direito automático que dá o contrato com a TV Globo e a TNT. Isso significa que se não ficar no G4, não sabe onde irá buscar recursos para pagar novembro, 13º salário e dezembro.

Subir, portanto, não é um problema só do Coritiba. É, também, dos jogadores.

3º)

Leonardo Oliveira já não nega a tendência de rever se continuar ou não na presidência do Paraná. Em razão de o clube, a médio prazo, não ter nenhuma perspectiva de segurança financeira, se confessa esgotado.

Leonardo não pode e não tem o direito de reclamar. Essa é a consequência definitiva de ter preferido Pastana a Carlos Werner.

4º)

Paulo André, gerente de futebol do Athletico, já começa a criar um ambiente de constrangimento nas categorias de base. Sempre que pode, sugere para os jogadores contratarem o seu empresário Hugo Garcia. Mesmo que esteja no plano de simples sugestão, não deixa de ser assédio.

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