1º – A diretoria do Coritiba fez uma nova lista, da qual irá escolher o novo treinador. Agora são Argel Fucks, Claudinei Oliveira, Ricardo Gomes e Rogério Micale. Ricardo é uma opção remota. É que além de resistir sempre em sair do Rio de Janeiro por questões pessoais, quando sai não é por qualquer valor salarial. Argel, Claudinei e Micale segundo de segunda e terceira linhas, são bem mais acessíveis. Argel tem um problema: excede no direito de mando sobre os jogadores. A médio prazo cria uma área de atrito no vestiário. Seja quem for, terá que passar pela aprovação de Belletti. A propósito, se ainda não foi, Paulo Carneiro, que foi gerente do futebol do Atlético, será oferecido ao Coritiba. Fosse dado aos jogadores o direito de escolher, Pachequinho seria eleito. E por que não?
2º – Sob o pretexto de atender a Lei Pelé quando dispõe sobre o Direito de Arena, o Atlético liberou três minutos do Atletiba para a Globo. Em tese, o Furacão cumpriu a lei. No entanto, nos três minutos, não estão os lances dos gols de Crysan e Luís Henrique. Entendo que a lei foi descumprida, pois a sua intenção é a de destacar os momentos mais importantes. Qualquer que seja a interpretação que se imprima a lei, não se aceita como razoável suprimir dois gols de uma partida. Há um outro fato relevante, que é a minha opinião: na medida em que as imagens foram transmitidas por redes sociais, a televisão poderia editar os lances com os gols, desde que não ultrapassem o limite de 3 minutos. Não se sabe como vai acabar essa guerra.
3º – O Paraná está procurando um novo investidor. Já se ofereceu ao proprietário dos Relógios Magno, que comanda o Guarani de Campinas, e ao empresário do ramo de petróleo João Paulo, dono do Boavista, do Rio de Janeiro. Nenhum aceitou. Quem se habilita?
4º – O treinador Paulo Autuori anda impaciente nas entrevistas coletivas. Algumas questões são tratadas como se fossem proibidas. E por natureza, Autuori não é assim. Não tem motivo para essa impaciência. É treinador bem sucedido, ganha bem, só não é mais importante no Atlético do que Petraglia, não perde para os coxas, tem o direito de errar e de perder, e está em uma “ilha imaginável” no futebol brasileiro. O que passa com Autuori?
5º – Querem que eu escreva sobre a Arena Atletiba. É escrever sobre ficção. Na segunda, escrevo.
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