Fatos

1º – Marcus Aurélio de Castro e Raul Mazza do Nascimento eram o Atletiba em estado bruto no rádio. Marcus coxa, Raul atleticano, ambos comentaristas, dividindo a audiência, dava 5×5. Foram os melhores nas décadas se 70 e 80.
Não conversava com Marcus já há um longo tempo.
Ontem Marcus me ligou.
Não resignado que eu escrevi que a Chapecoense perdeu para o Coritiba com um time reserva, com a educação que ganhou do berço, me censurou. Fui ver, ele tinha razão. Mas é fato irrelevante, diante das saudades que matei de Marcus Aurélio.
2º – Quero saber porque não escrevo mais críticas em razão da atitude de Mário Celso Petraglia ter saído de licença do comando do Atlético. O ato de Mário Celso foi motivado, e como escrevi, não há razão para duvidar. Todos nós um dia tivemos ou iremos ter situações que nos obrigam a sair de cena. O motivo real é um problema exclusivamente da pessoa.
Se ela é uma pessoa pública, a consequência do que fez é que deve ser analisada, sem que subtrair o seu direito de tratar da sua vida. Ao que me conste, até agora a licença de Mário Celso não teve repercussão negativa nas atividades do clube. Ao contrário, nessas coincidências, o Furacão que só perdia, voltou a ganhar.
3º – Desconfio que estava faltando um detalhe para o Paraná ganhar estabilidade como concorrente a uma vaga para voltar à Série A do Brasileiro.
Será que esse detalhe não está no gol?
4º – A propósito, falando de goleiro, há uma expectativa se, na quinta-feira, Tite vai convocar o goleiro Weverton, do Atlético. A frequência com que a comissão técnica observou e conversou com Cássio (Corinthians) e Vanderlei (Santos), provoca essa expectativa.
Se Weverton não for convocado, terá sido vítima do próprio Atlético que carrega uma das defesas mais vazadas do campeonato. Dos 33 gols sofridos, não há uma única falha do seu goleiro. Aliás, a única falha, foi contra o Santos pela Libertadores.

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