Há um fato relevante, que ninguém percebe, que parece contraditório, mas não é, e que está influenciando na disputa do segundo turno do Estadual: o Londrina está se beneficiando do prejuízo que a arbitragem lhe deu na final do turno com o Coritiba.
A explicação é simples. No futebol, a vitima consegue benefícios. Basta pressionar, e isso o Londrina está fazendo sem nenhum constrangimento. A Câmara de Vereadores da cidade vem, há dias, convocando Afonso Vitor de Oliveira, diretor de árbitros da FPF, para prestar esclarecimentos sobre “os erros contra o Londrina”. Era só o que falta nesse Estadual.
É coação pura. Não é por coincidência que a vantagem de dois pontos que o Tubarão tem para Atlético e Jotinha foi provocada por um erro da arbitragem: o pênalti que lhe deu a vitória sobre o Paraná não existiu.
Detalhes
O projeto para a construção do segundo piso da Mauá, do Couto Pereira, há muito ficou pronto. Mas para executá-lo sem risco de embargo, o investidor exigiu alvará de construção. Ocorre que a construção do estádio Antônio Couto Pereira não foi averbada na matrícula. É de lei que, para se expedir alvará para o complemento de uma edificação, é preciso comprovar a existência dessa edificação.
Regularizada a matrícula, será construído o segundo piso da Mauá. Há 20 milhões de reais já reservados pelo investidor, que, aliás, é um Coxa fanático.