O Atlético sem marcar, pode até perder por uma diferença de dois gols em Guadalajara para ir à final da Libertadores. Mas apesar dessa folga nos sentimentos, existem dúvidas que provocam o torcedor atleticano: na prática qual é a exata extensão dessa diferença? Qual é a influência que pode exercer no espírito de quem pode perder e de quem tem que ganhar? Queria eu que fosse sem limites, ou no limite do impossível.

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Em tese, o pode perder por até dois gols tem significado de conquista antecipada. Mais ainda em um torneio como a Libertadores, tem como ponto de referência a igualdade. Se for verdade que todos são iguais, ter esse privilégio que o Atlético conquistou em relação ao Chivas, a sua extensão pode não ser ilimitada, mas é extraordinária.

Nem importa o que o Chivas joga ou jogará em Guadalaraja. O que importa é que o Atlético não deixe de jogar o que precisa.

Como ontem no Couto Pereira.

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Precisando jogar o mínimo para ganhar do Fortaleza, nem isso conseguiu. O empate melancólico (0x0) foi produto de um plano equivocado de poupar os jogadores. Poupa-se quando sobra. O Atlético não está em fase de praticar exageros, perdendo dois pontos contra um time de que obrigatoriamente teria que ganhar.

Vitória

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Já fazia um bom tempo que não via um jogo inteiro do Paraná. Confesso-me impressionado com o jogo que o time de Lori fez sábado contra o Galo: brilhante sob o aspecto tático. Viu-se um time bem treinado, que, a partir de um equilíbrio de funções, submeteu o Atlético Mineiro ao amplo domínio. Em nenhum momento o Paraná correu o risco de perder. Ao contrário, depois que marcou continuou com a mesma cadência e perdeu outros gols. André Dias e Thiago vão longe.

Derrota

O Coritiba dominou o Goiás, mas não foi prático. Por isso perdeu (2×1) não avançando no campeonato. Não ser prático, no caso, não significa falha tática ou disposição de jogo. Pior: falta um goleador para os coxas. Esperar que Tiago, Alexandre e Marciano provoquem sempre a solução, é esperar demais.