Excesso e pecado em Chapecó

Em Chapecó, Chapecoense 1×1 Atlético.
Se não fosse um excesso que acabasse em pecado, e se Antonio não tivesse coisas mais importantes para tratar, iria pedir em novena para que abençoasse alguém que viesse e levasse Douglas Coutinho para bem longe.
Só assim os atleticanos terão um pouco de paz. O gol que esse moço perdeu em Chapecó, e que subtraiu do Atlético a vitória que estava merecendo, é daqueles como cantaria Raul Seixas, para se praguejar, mesmo cometendo pecados.
Bem arrumado, o Furacão dominava o segundo tempo, e esperava pela bola, que era certa e que iria aparecer para do segundo gol. Douglas Coutinho a ganhou no meio e correu em direção o gol. Como não consegue raciocinar, olhar e pensar ao mesmo tempo, chutou em cima do goleiro. E, aí, o Furacão que iria ganhar, acabou não perdendo porque o árbitro deixou de dar um pênalti a favor da Chapecoense.
Quando escrevo que o time rubro-negro estava bem arrumado, porque a referência é o que não jogou no primeiro tempo. Arrumou-se, porque não tinha como piorar. O gol de início de Sidcley foi um evento, dissociado do péssimo jogo. Bem por isso, não foi surpresa que sofreu o empate por falha de marcação que esqueceu, ao esquecer, o que os professores falam a “segunda bola”. Sem meio, porque tem Lucho González só andava, e agora Rossetto muito mal, e com Douglas Coutinho na frente, o empate fora acabou ficando em boa conta.

Retorno

Será que o Coritiba guardou entre as suas lembranças recentes como ganhar um jogo? Certas coisas, às vezes, para ser lembranças exigem esforço de memória. É o que deve estar acontecendo com os coxas.
Hoje, à noite (20h) no Couto Pereira precisa voltar a ganhar. Da gordura que ganhou com a campanha surpreendente no início, sobraram poucas gramas, o que obriga-o a ganhar em casa, em especial, sendo times do seu nível como o Sport.
O mais grave é que o Coritiba deixou de ganhar, não foi por falta de ordem de jogo. Foi porque exigido individualmente para dar soluções, o seu time revelou-se carente.
Com Kléber, as coisas melhoraram na frente.
Resta saber se Pachequinho, que tem uma cultura ofensiva, aprendeu que um time precisa cuidar, antes, da defesa.

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