Há derrotas no futebol que são absorvidas pelas mais diversos motivos. Um deles é o da eventualidade, do fato que a certeza da vitória, torna-o inesperado, que atua apenas em um determinado momento. E que por isso, será superada com naturalidade. A paixão por um time cria esse motivo.

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Foi por isso que a derrota do Coritiba para o Vasco por 1 x 0, em São Januário, está sendo tratada como eventual, um impedimento frágil para afastar a certeza da conquista do título da Copa do Brasil. O placar de 1 x 0, e em especial em jogo de times iguais, seja qual for a natureza da derrota (pode até ser imprevista) deve ser absorvida em um campeonato regular.

Não é o caso da Copa do Brasil, porque dois jogos apenas estreitam o risco de erro. No segundo jogo, então, faz desaparecer. Simplesmente, não há direito ao erro. A situação dos Coxas é reversível, sem dúvida.

O problema não está em vencer. Está na lógica, portanto, na normalidade. Joga no Couto Pereira, onde é quase imbatível, contra um time, que em tese, não lhe é superior. Mas a derrota no Rio de Janeiro lhe tirou o direito de errar na final. Para fazer o resultado de classificação tem que ser perfeito.

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Temor

Mário Celso Petraglia tinha um site CAP4ever. Como não queria se expor e responder solidariamente a processos, como responde, resolveu desativá-lo. O que quer falar, mas tem medo, manda os seus bandoleiros, todos desativados econômica e moralmente, nada tendo a perder. As relações por causa da construção da Arena da Baixada estão tomando um rumo, que Petraglia pode ser responsabilizado por algum fato amargo.

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