No futebol é como em todas as coisas da vida: não se pode chorar pelo leite derramado. Pergunto a um amigo, treinador de nome e até campeão do mundo: “E o Lisca, treinador do Paraná?”. Sabe de bola, respondeu-me.
Tenho assistido aos jogos do Paraná. A partir de Lisca, melhorou. Deixando de ser ingênuo, atende um princípio que se exige para viver numa selva como é a Segundona.
Se é certo que o Paraná tornou-se outro com Lisca, é possível provocar uma dúvida: o treinador não teria chegado um pouco tarde? Que perdeu muito tempo e muitos pontos com o anterior, não há dúvida. Então, se entre as virtudes recentes adquiridas pelo Tricolor está a maturidade tática para jogos na Vila, é possível concluir que com ele não teria perdido tantos pontos em jogos como favorito.
Mas o Paraná neste momento alcançou um estágio importante, que é o de depender de si para concorrer por uma vaga de acesso à Série A. Há muito não dependia apenas de si.
Retorno
Se não perguntaram, e adotando a certeza de que Kléber é insubstituível no Coritiba, pergunto daqui para o treinador Marcelo Oliveira: quem sairá para ele voltar?
Alecsandro pode até ser o escolhido, mas não deve. Está ganhando a técnica que havia perdido pela ausência anterior.
E o que acham os coxas? Comentem aí.
Arrependimento
O presidente Luiz Sallim Emed, que havia detonado a Arena Grêmio, agora se diz arrependido. É a hipótese que não cabe arrependimento, pois não havia motivo para desrespeitar o patrimônio alheio.
Às vezes, eu tenho que dar razão ao Mário Celso Petraglia. Está explicado porque ele prefere que o clube se manifeste só em nota pelo site oficial.