Não conheço o senhor Eduardo Sciarra. Só sei que, de figura secundária da política paranaense, acabou secretário da Casa Civil de Richa por acerto político. Mas não precisa conhecê-lo para ser tratado como pouco responsável na gestão da coisa pública. O ato que praticou de enviar um ofício ao munícipio de Curitiba no qual afirma que o Estado concorda com a divisão tripartide pelo valor real integral do custo da Baixada, até enfrentar o desmentido público do governador Richa, é de uma escancarada irresponsabilidade.

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Mais grave: o desmentido de Richa implica em negar autorização anterior. O caso, então, tratado dessa forma exigiria a intervenção do Ministério Público, pois estar-se-ia diante da usurpação de poderes. Se não é irresponsável, Sciarra teria que desmentir o governador provando que no ofício representou a vontade real do Estado e pedir demissão.

Se não é isso, é uma operação de engodo promovida por Richa para mudar o chefe da Casa Civil.

Vencedor

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Se perguntarem em um ambiente privado se será candidato à reeleição à presidência do Atlético, Mário Celso Petraglia já não diz que não. Responde: “Não sei. E se for ganho com 70% dos votos”. Talvez um dos motivos para tanta certeza é que Petraglia entende que há integrantes, como Henrique Gaede, da chapa de oposição que são inelegíveis. É que a diretoria anterior teve as contas reprovadas pelo Conselho Deliberativo.

Mas Petraglia deve apoiar Luiz Salim Emed. E os atleticanos do hospital em que o doutor Salim é diretor brincam: “Querem continuar vendo o time do Atlético ruim, vote no Salim”.

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