Na hora do almoço, encontro com Dreyer e Célio Maciel, dois coxas históricos. Célio Maciel antecede a Dreyer. Foi um goleiro à frente de todos, inclusive do tempo. Quando era improvável, quase impossível, a FIFA discriminasse o goleiro, obrigando-o a usar os pés, Célio já saía para jogo. Era tão perfeito tecnicamente com os pés, que às vezes transforma-se num verdadeiro zagueiro.

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Dreyer veio depois. Com o carisma do jogador argentino, meio-campo que marcava e jogava, foi excepcional nos anos 1970 jogando pelo Coritiba. Adotado por Curitiba, ficou por aqui. Pergunto a Dreyer como é jogar em Buenos Aires contra o Vélez:

– Lá o Vélez é favorito contra o Atlético e contra qualquer um.

Falou com tamanho entusiasmo dos seus patrícios, muito mais pelos números do Vélez do que por saudades, que só faltou dizer que o Atlético vai perder o jogo. Talvez, não tenha falado por respeito.

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Entre nós: o que esperar do Furacão?

– Confesso que se o técnico Angel Portugal não fosse tão confuso, e que se jogasse Marcelo no contra-ataque, dava para apostar. É um jogo que não precisa sofrer. Perder para o Vélez em Buenos Aires é a regra. Mas não custa torcer.

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E assistindo, porque a FOX concluiu que estava faltando com respeito aos seus assinantes em Curitiba, ao programar o jogo para o seu canal alternativo (Fox 2). A FOX precisa entender que transmitir na Fox 2 é o mesmo que não transmitir.

Futuro

Na próxima janela de transferências, o Atlético deve negociar o atacante Marcelo com o Shakhtar Donetsk, da Ucrânia. Além de usar a valorização de Marcelo, o Atlético negocia com um fato irresistível: foi o clube que revelou Jadson e Fernandinho, que fizeram história no time ucraniano. O valor? Só Deus sabe. E Manoel deve ir embora, também.