Da estreia de Alex trato na sexta feira.

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Da manifestação do presidente Vilson Ribeiro de Andrade em exaltação à imprensa trato agora. Não duvido do conteúdo sincero da afirmação. Às vezes, dependendo das circunstâncias, a sinceridade é posta em tom duvidoso. Nesse momento em que há restrições ao direito à liberdade de informação praticado por Mário Celso Petraglia, do Atlético, afirmar que “se não fosse a imprensa, o Coritiba não seria grande” faz a sinceridade perde lugar para o populismo.

Não sei qual foi o objetivo do presidente do Coxa.

Se foi para ser simpático e agradável, conseguiu. E até não precisava muito, pois a imprensa a que ele se referiu é carente e se dobra com qualquer afago. Se foi para cutucar o rival histórico, não conseguiu. O Atlético cresceu tanto que golpes como esse são absorvidos pela indiferença. Ao contrário, torna-o mais intransigente.

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O presidente Vilson, talvez não saiba, que quando se elogia a imprensa, tem que tomar cuidado com essa imprensa. Como diria o trepidante repórter Sabadin, o Biro-Biro, me inclua fora dessa.

Refugo

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Se a torcida do Atlético acha que não há nada pior do que Marcão como centroavante, enganou: Ciro é pior. Além de perder gols, ao ponto de passar um ano sem fazê-los, é indolente e preguiçoso, defeitos que Marcão não tem. Petraglia continua gerenciando mal o futebol do clube, como sempre fez. Para não investir, autoriza a vinda do que antigamente se chamava de “refugo”. O mais grave é que Antônio Lopes, que veio para dar autoridade ao futebol, não só concorda com tudo, como participa da indicação.